Antigamente, costumava-se retirar o material contaminado e transferi-lo a outro lugar. Tal prática, além de cara e perigosa, acabava gerando o risco de poluição a outras áreas durante o transporte.
Outra medida que é usada até hoje é isolar o local afetado e deixar que o ambiente cuide da limpeza, decompondo as toxinas e restaurando o equilíbrio do sistema.
Imagine se empregassem esse tratamento com o lixo nuclear. Já pensou se a moda pega?
Além disso, a Biorremediação é bem vista pela comunidade científica, pois não causa poluição secundária (a ação dos seres vivos não constituiria um impacto ao meio recuperado) ou causa menos problemas do que os métodos convencionais.
Atualmente, os países que mais investem neste ramo são os Estados Unidos e países da Europa.
Cada processo de Biorremediação é particular e requer uma análise específica, requerendo adequação e otimização de técnicas de acordo com o local afetado e o nível de poluição. Logo, logo, postaremos mais informações. Guardem a curiosidade!
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